Sobre

Biografia musical

É difícil falar sobre si mesmo, a maneira mais fácil talvez seja em ordem cronológica:

::1990

Quando tinha 8 anos minha mãe me presenteou com um violão.Comecei a estudar com a ajuda de meus irmãos que também tocam.

Ainda tive o previlégio de ouvir discos (LP´s), sim os “bolachões” eram ouvidos diariamente.De um lado um de meus irmãos era mais rockeiro com Led Zeppelin, Deep Purple, Rush, Iron Maiden e os brazucas Legião Urbana, Paralamas, Titãs, TNT, Ira e Engenheiros do Hawaii, por outro lado meu irmão mais velho curtia Tecno Pop, New Order, Erasure, Cindy Lauper…Só hoje me dou conta de como esse período de audição foi fundamental para o meu desenvolvimento musical.

::1994

Próximo passo: bateria

Quando eu tinha doze anos meu irmão comprou uma bateria para o contentamento de minha mãe…Era uma Gope preta de um tom apenas, muito antiga até mesmo para a época.Comecei a observá-lo e quando ele estava trabalhando ficava lá praticando.Não sei explicar mas parece que o instrumento me escolheu, tive uma facilidade enorme para aprender. Logo comecei a colecionar vídeo aulas de bateria, aquelas em VHS, um fitão de vídeo-cassete, sim um dia vivemos sem a internet…

::1997

Comecei a tocar bateria com uns amigos na Igreja, desde esse tempo também despertei a vontade de compor músicas.Depois da igreja me juntei a dois novos amigos e montamos uma banda de som rock/alternativo cantado em inglês.

::2001

Depois foi a vez da Poetas e Violas, banda onde eu tinha a maior parte das músicas, tocava bateria e cantava, junto com os amigos André, Moisés e Camilo. Gravamos uma demo com 3 músicas:

1-Vício

2-A tarde

3-Cinza e Cedo

“A tarde” e “Cinza e Cedo” tocaram na programação da rádio Pop/rock de Canoas-RS.

Me desentendi e enchi o saco da banda, mandei tudo pro espaço…Comecei a mexer com softwares de gravação.Era o começo da era “uma idéia na cabeça e um computador no quarto…”.

2002/2003

Me tranquei no quarto curtindo uma fossa de final de banda e escrevi “Amores Mofados e canções sem fim” meu primeiro CD independente com 12 faixas.Gravei todos os instrumentos, cantei, mixei e ainda fiz a capa do disco.Não recomendo fazer a mesma coisa, a não ser que você não tenha vida social.

2004

Nesse ano repeti a dose com “Poemas de Outono”, tudo igual, 12 canções, gravei tudo sozinho, mas o disco reviveu algumas das músicas da Poetas, por isso ficou mais rockeiro, as guitarras distorceram mais.

Na mesma época recebi o convite de participar da banda “Petardo”. Voltei a tocar bateria e fazer os vocais, o embrião da banda era da Poetas, Moisés e André. O vocalista Júnior e o baixista Luciano Santos (Dimmy) eram as novidades. Gravamos uma demo com 5 músicas. Prometi ficar na banda até que eles arrumassem outro batera, afinal de contas queria mesmo era cantar minhas músicas, fazer o meu som.

2007

Reencontrei o Camilo, começamos a nos falar novamente, senti que ele tinha ficado “p#@%!o” comigo por ter acabado com a Poetas. Não demorou muito tempo pra gente tocar um violão juntos e arquitetarmos a formação de uma nova banda…. assim nasceu a Vinatge 58 banda de rock and roll clássico! Infelizmente por um contraste de idéias e ideais a Vintage não passou dos ensaios.

2010

Toquei na noite com a banda Café Black dos amigos Alexandre Santos e o baixista “Dimmy” e participei de vários projetos musicais.Participei de outras gigs e gravações como baterista.

2011

Me mudei para um apartamento no final de 2010, a pior besteira que um músico barulhento como eu pode fazer.

2012

Vendi a minha bateria e comprei uma eletrônica, na esperança de voltar a tocar no apartamento, o vizinho de baixo ficou p”!@#$%o e pediu para que eu não tocasse quando a esposa dele estivesse em casa. Foi um período muito difícil e parei parei de tocar.

2013

Praticamente parei com tudo que rodeasse a música, me considerei um músico aposentado.

2014

Lancei um podcast sobre música, o Várias Variáveis com minha mulher Karine e com meu irmão Jair Ramos, depois de 6 programas o projeto acabou…